Cruzamento dos SPEDS: Qual a saída?

Cruzamento dos SPEDS: Qual a saída?

Consultoria Tributária       14 de julho de 2015

Como já falado diversas vezes é notável o trabalho que a receita federal vem fazendo em relação a cruzamento de dados, cada vez mais observamos a agilidade e a exatidão da receita federal brasileira em um momento de fiscalização tributária. Com a recente ameaça de queda na arrecadação a receita vem a cada dia aumentando a participação em tecnologia em seu processo de autuação fiscal, não só a receita federal mas diversos estados vem aumentando o uso de tecnologia quando o assunto é o cruzamento dos speds.

O contribuinte brasileiro cada vez mais passa a sofrer as sanções decorrentes das multas fiscais, muitos empresários tem percebendo a autuação do fisco e vem utilizando o serviço o serviço de cruzamento de dados para dar veracidade as suas operações fiscais.

O cruzamento dos SPEDS quando feito pelo contribuinte pode trazer uma série de oportunidades fiscais antes não observadas, com a utilização do mesmo podemos observar NCMS que estão erradas em nosso cadastro, impostos recolhidos a maior ou a menor e uma séria de outras oportunidades.

Risco dos Cruzamentos Eletrônicos

O risco de ser autuado hoje em dia aumentou consideravelmente em comparação aos últimos anos o advento da assinatura digital permitiu que o fisco autue a distância, pois ao transmitir os arquivos para o SPED, o contribuinte assina digitalmente e homologa todas as informações contábeis e fiscais, declarando que o conteúdo de seu arquivo é a expressão da verdade. Isso significa que a fiscalização pode aplicar multas digitais.

Ciente disso a receita federal vem aplicando multas de acordo com a Lei n° 12.873, de 24 de outubro de 2013, apresentar declaração, demonstrativo ou escrituração digital com informações inexatas, incompletas ou omitidas acarreta multa de 3% (três por cento) do valor das transações comerciais ou das operações financeiras contidas no arquivo.

Observamos o aumento da fiscalização também para as pessoas físicas atualmente vemos um aumento massivo de fiscalização contra os profissionais liberais desde o início do ano o fisco possui uma lei onde obriga o profissional liberar informar o CPF do cliente.

RETENÇÃO NA FONTE

Possuir controle sobre a retenção na fonte ainda é um ponto de contingência latente em muitas empresas brasileiras, o tempo para cumprir as diversas obrigações acessórias faz com que muitas empresas acabam priorizando algumas declarações ao invés de procedimentos.

Recentemente o § 3 do art. 31 da Lei 10.833/2003 foi alterado pelo art. 24 da Lei 13.137/2015 de acordo com a modificação acima caso a empresa esteja no rol das atividades obrigadas a retenção do PIS/COFINS/CSSL (Art. 30 da Lei 10.833/2003) qualquer nota fiscal com valor superior a R$ 215,05 (duzentos e quinze reais e cinco centavos)  deve conter as retenções federais, ou seja, R$ 215,05 x 4,65% = R$ 10,00. Essa modificação está em vigor desde o dia 22 de junho de 2015, data da publicação da lei.

A nova legislação passa a ter um impacto direto nas informações do SPED, pois como é informada na nota fiscal é fonte de informação para o SPED. Salientamos ao contribuinte tomar muito cuidado com a retenção pois erros na apuração podem virar um tremendo ponto de contingência.

 

redução-de-icms

Terceirização de rotinas tributárias

Focar no core da empresa cada vez mais vem se tornando importante nas empresas, em um mundo cheio de distrações muitos empresários acabavam gastando o tempo em algo que não era o foco da sua empresa.

Observamos isso com um aumento em solicitações de proposta para outsourcing contábil e tributário terceirizar esse tipo de serviço vem se consolidando em empresas grandes e médias pela expertise das empresas que oferecem esse serviço e pelo alto grau de especialização.

Riscos e impostos não combinam logo possuir uma solução que minimize esse tipo de problema vem sendo uma ótima opção para empresários que não querem ter problemas quando o assunto são impostos.

auditoria eletrônica

 Os benefícios reais da auditoria eletrônica

Não muito distante já observamos pequenas empresas sofrendo pesados autos de infração devido a erros nas suas obrigações acessórias. Antigamente pensávamos que isso só aconteceria com grandes empresas o que podemos observar que não é o que acontece atualmente.

Resumo

Podemos observar a recente ofensiva da receita federal utilizando o cruzamento de dados, esse cenário já assusta alguns empreendedores e começa a mostrar os riscos de não possuir controle das informações enviadas ao fisco. O risco de possuir uma informação inexata acaba saindo muito caro para o contribuinte que não tenha como objetivo prevenir risco na sua empresa.

Por último vimos à modificação da retenção na fonte e o seu impacto nas obrigações acessórias com a nova mudança na lei surgem diversas oportunidades e riscos que os empresários devem se preocupar.

Quando o assunto é terceirização das obrigações acessórias cada vez mais empresas vêm utilizando esse tipo de serviço, pois enfim perceberam que não conseguem controlar o seu departamento tributário, logo contam com empresas aptas a gerar valor e informações exatas para a tomada de decisões.

Como contratar uma empresa que faça Cruzamento dos SPEDs?

Contratar uma empresa idônea que faça um serviço de cruzamento de dados é a parte mais importante para o empresário nos últimos anos temos observado uma séria de picaretas com soluções milagrosas e sabemos que tais soluções não passam de mentiras. A melhor forma de contratação é saber mais sobre a marca, expertise dos sócios e os trabalhos já feito pela empresa de consultoria tributária.

Se você percebe que o processo de Cruzamento dos SPEDs pode agregar a sua empresa, mas gostaria de trocar uma idéia sobre como fazê-lo, pode entrar em contato com a gente através da nossa página de consultoria.

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